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Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Livros, Animais MSN - rosaaparecidadeoliveira@hotmail.com
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Conhecendo a Realidade do Oriente Médio
Projeto elaborado pela professora Gilda - Geografia - Ensino Médio
Objetivo desse projeto é conhecer a realidade do Oriente Médio através de vídeos, documentários e palestras. Foi convidado para fazer uma palestra, o ex-integrante das Forças de Paz da ONU - (Pedro Paulo Faria, que serviu a ONU no Oriente Médio na década de 1.960). Ele relatou aos alunos sua experiência no Oriente Médio. Pedro respondeu várias perguntas e esclareceu muitas dúvidas.
A palestra foi um sucesso !!!
Escrito por Professora Rosa ?s 23h52
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A professora Maria Rosa - Português - Ensino Fundamental e 1º medio desenvolveu uma atividade de recriação de textos - destacamos o poema da aluna Fabiene - 1º A.
Poema de Lembranças
Eu nunca deixei de sonhar com você Nunca perdi um filme no cinema Não gosto de sair de cedo do samba Não saio de Ipanema Quando não vejo as tardes de sábado chuvosos, fico triste Não gosto de acordar tarde e perder o show que dá o sol Quando liguei, não foi engano A linha caiu, mas gostaria de ouvir sua voz Seu nome não esqueci Nem as juras de amor Que iria dizer, amo você, amo você, amo você
Eu nunca quiz tirá-lo do meu lado A todo dia e final de semana Tomar um chopp gelado em Copacabana Não não é ilusão me apaixonei nesse verão Não rasguei seu nome Nem tirei do coração Fiz um samba canção das palavras lindas de amor Que só podia aprender com você.
Escrito por Professora Rosa ?s 23h36
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Alunos Classificados para a 2º fase 
A prova será no dia 18 de novembro de 2006 às 14:30 na E.E.Dom José Gaspar
Nivel 1
-
Erivelton Pereira de Andrade
-
Rosa Helena Marques
Nivel 2
-
Juliana Tavares B. da Silva
-
Luizemar de Souza
-
Mislene Felix Gomes
-
Raphael Felipe Batista Costa
Nivel 3
- Alessandro Junior Januario
- Antônio de Padoa Nascimento
- Carlos Eduardo Dala Nova
- Cristovão de P. Aguiar
- Diogo Martins Marques
- Eudis Marciano da Silva
- Ewerton Raphael Valentim
- Ismael Honorato da Silva Neto
- Izildinha Aparecida Maia Silva
- José Costa Amaral
- Paulo Victor de Oliveira
- Rodrigo Nascimento da Silva
- Swany Henrique Souza
- Weber Martins da Silva Junior
Escrito por Professora Rosa ?s 11h35
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Paródias
Projeto " Realidade Brasileira "
Desde o ínicio de agosto, os alunos do 2ºA, 2ºB, 3ºA, 3ºB e 3ºC desenvolveram várias atividades em sala de aula sobre o tema pátria. Estudamos detalhadamente o Hino Nacional brasileiro, cantamos músicas, variadas, que falavam sobre o país. Foi pedido aos alunos que criassem paródias sobre a nossa realidade. Os grupos se apresentaram em sala de aula, foi ótimo e convidados a se apresentarem para a escola, muitos ficaram encabulados, mas isto não tirou o brilho daqueles que criaram coragem e cantaram.
Professora coordenadora: Rosa Aparecida de Oliveira



Música: Mineirinho
Cantor: Alexandre Pires
Alunos: Maria Aparecida, Vera, Elmo, Geane, Swamy
Turma: 3º A
Eu não tenho culpa de
Não votar certinho
Mas o mensalão vai continuar
Cuido de votar, mas os políticos não
Deixam de roubar.
Quer saber
Se eu não votar
O que vai acontecer
Você não vai ganhar
Por favor
Sai da frente do meu partido
Que eu to cansado de
Tanto bla, bla, bla
Eu sou esperto uai e bom demais
Não tem como me enganar
E os políticos vão, roubando vai
E nem pra disfarçar
Ai,ai
Não tem como disfarças
Ai,ai
E não param de roubar
Ai,ai
Não tem como disfarçar
Poema: José
Poeta: Carlos Drummond de Andrade
Alunos: Fabiana, Jennifer e Cristovão
Turma: 2º A
E agora, mané?
Ditadura caiu,
Tancredo morreu,
Sarney assumiu.
O quê, eu não sei.
E agora mané?
Como é que vai ser?
A esperança era Collor,
Bandido
Depois Itamar,
Traído.
E agora, mané?
O FHC?
Por mais quatro anos,
Fernando de novo.
Agora é Lula,
O candidato do povo.
E agora, Mané?
Competência pra quê?
Se honesto ele é.
Mas será?
E ainda tem quatro anos
Pra ele acabar
E agora, mané?
Com quem vou ficar?
Música: Galopeira
Cantores: Maurício C. Campos
Paródia: Antônio Donizete, Wellington, Olímpio, Sandra, Eduardo, Gilberto
Na capital, em Brasília,
Onde o Lula foi foi morar
A tal da corrupção
É o que se vê falá
Tem o tal do mensalão
Que é famoso por lá
Roubalheira refrão
Eu não sei pra que votei
Roubalheira
Nunca mais eu votarei,
pra não ter decepção
chega de desilusão
Já perdi a esperança
Acabou a confiança
Nunca mais eu votarei
Vejo na televisão
Faz vergonha a gente olhá
Deputados sorridentes
Todo mundo a enganá
O dinheiro do país
Estão sempre a desviar
A coisa nunca muda
Quando muda é pra pior
Não adianta mais votá
Quando saio pelas ruas
Sinto medo ao caminhar
Em cada esquina que viro
Tem ladrão pra me assaltá
Já não tem mais segurança
Com o tal do PCC
Para nos ameaçar
´Já não tem mais jeito não
Já cheguei a conclusão
Nunca mais eu votarei
Escrito por Professora Rosa ?s 19h16
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Sala de professores e equipe administrativa 
Maria Cristina - Diretora Antônio Carlos - Física Cleide - Geografia e História

Elivânia - Matemática Rosa - Português Gilda - Geografia

Ivete - História José Humberto - Química Keila - Biologia

Lúcia - Secretária Maria Rosa - Português Marta - Matemática

Matilde - Inglês Vitor - Secretário
Escrito por Professora Rosa ?s 21h26
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Autobiografias
Conhecer os alunos é essencial, os projetos de aprendizagem somente dão resultados quando o assunto focalizado parte de dúvidas ou necessidades dos alunos. A fim de programar projetos futuros, a professora de português - Rosa - pediu para que escrevessem suas autobiografias. Selecionamos algumas, e com a autorização dos alunos, vamos lê-las e penetrarmos em mundos ora tristes, ora alegres, mas que não deixam de ser experiências valiosas de vida e luta.
I
Meu nome é Marley Ribeiro Caetano, filha de Afonso Caetano e Luzia Ribeiro Caetano. Nasci em Ibiá, na Santa Casa de Misericórdia. Quando criança gostava muito de brincar. Pique, pular corda, jogava bola na rua, jogava queimada, nadava. Tinha muito tempo pra brincar, mas gostava de estudar também. Quando fiquei adolescente, aprendi que devemos levar as coisas a sério, pois a vida é bela e temos que aprender a ser responsáveis mesmo tendo pouca idade. Me casei aos 17 anos e desse relacionamento tive um filho maravilhoso. Gosto muito de viver bem, tratar as pessoas ao meu redor com carinho e amor. Como todo mundo tenho problemas, mas tento encará-los com serenidade para que não pareçam maiores que eu. Tenho vários sonhos para realizar, mas já consegui muitos até hoje. Tudo com a ajuda de Deus. Sou uma pessoa sensata. Gosto de facilitar as coisas para meu próximo, não querendo tirar proveito somente em benefício meu. Me casei pela segundo vez e não tive mais filhos. Hoje sou mais feliz por que amadureci e aprendi que conviver com alguém é um aprendizado constante. Com amor tudo caminha bem. Eu e minha família somos evangélicos, colocamos Deus em primeiro lugar, em tudo, em nossas lidas. Deus muda as circunstâncias, o que é impossível para nós, é possível para Ele. Por isso dizemos que para Deus não há milagres. Ele é um ser supremo. Assim vou vivendo o hoje, pois o amanhã não sei se virá. Espero ainda viver muitos dias, amando meu próximo, fazendo as pessoas felizes e mais importantes ainda, na presença de Deus.
Marley Ribeiro Caetano - 1º.B
II
O meu nome é Leiliane Silva da Cunha Marques, nasci em 14 de fevereiro de 1983, no hospital Regional Dom Bosco, em Araxá -MG. O meu pai se chama José Aparecido Marques da Cunha e ,minha mãe, Maria Goretti da Silva Rezende, tenho dois irmãos mais novos que eu, que é o Adoniram e o Heltom, o caçula. Minha infância foi tranqüila, desde pequena ajudava minha mãe nos afazeres de casa e ajudava a cuidar de meus irmãos. Comecei a estudar com 6 anos de idade na escola E.E. Padre João Botelho e estudei lá até a 4a. série, da 5a. á 7a. série, estudei na E.E. Luiza de Oliveira e a 8a. iniciei no Rotary, quando aos 14 anos de idade engravidei de meu primeiro filho, o Gabriel, completei o ano letivo e parei de estudar. Quando ele tinha um ano de vida voltei a estudar na mesma escola, completei o 1º. ano do ensino médio e novamente parei de estudar. Engravidei de novo, tive a Júlia e quando ela completou 9 meses comecei a trabalhar no Magazine da Criança, onde trabalho até hoje. Hoje, moro com meus dois filhos. eles ficam na casa da avó pra que eu possa estudar e trabalhar. Somente os vejo pela manhã e quando chego à noite. Arrependo-me de não ter terminado meus estudos mais nova. Mas sou feliz, meus filhos são saudáveis e toda a família fica do meu lado. Tenho uma casa para morar, um emprego e muitos sonhos a realizar.
Leiliane da Silva Marques - 3º. B
III
Nasci em 1952, em uma fazenda, de propriedade de meus pais, que por sua vez a herdaram de seus pais dando continuidade a família de fazendeiros que originalmente eram os Montandon e os Carneiro. Quando criança não tive tempo para brincar porque comecei a trabalhar cedo, aos 5 anos de idade mudamos para um sítio de minha tia, em que havia uma escola, para que nós pudéssemos estudar. Quando aprendemos um pouco voltamos para nossa propriedade, 8 irmãos, Aos quinze anos trabalhava o dia todo na lavoura com meus irmãos,e por ali passei boa parte de minha juventude. Casei com 30 anos com uma moça de Itambé-Mg, tivemos dois filhos, trabalhei como vigia e motorista, hoje estou estudando na E.M. Padre Evaristo, onde me sinto bem, fiz muitas amizades e o ensino é de boa qualidade. Pretendo continuar a estudar até quando puder.
Mário César de Paiva 3º. A
IV
O meu "eu" talvez me diga de onde vim, quem sou e para onde irei, uma vida sem destino, traçada pela misteriosa linha do tempo. Caro amigo leitor, não me julgues e nem me condenes por usar minha inocente sabedoria para através desta deixar minha autobiografia. Meus pais, vindos de famílias humildes e trabalhadoras, homens de caráter e persistência, mulheres de fibra e de fé, capazes de sustentar o tronco de uma família. Nasci em um dia chuvoso, 20 de setembro, em Cachoeira do Campo. Minha idolatrada mãezinha, maria Conceição, que me aconchegava em seu ventre, a menos de sete meses me trouxesse ao mundo, pois tomava conta da cozinha de uma restaurante e correra para guardar algumas caixas de perecíveis que se encontravam no tempo. Depois de longos esforços estávamos nós dois, entre a vida e a morte, mas Deus foi generoso conosco e nos deu esse presente tão glorioso, que é a dádiva da vida. Creci como as rosas, que em meio a tantos espinhos conseguem desabrochar, florir para a vida, fui um guri muito travesso, mas sempre ouvindo e respeitando aqueles que me cercavam, principalmente meu pai, Alaor da Silva. Aos 17 anos deixei a escola, pois como muitos achava que meus pais não faltariam, achava que a vida e o tempo paravam ali na minha juventude, mas eles não me esperaram e seguiram em diante e fiquei para trás e só depois de alguns anos percebi que ainda era tempo de alcançá-los, talvez pegando carona na nave da sabedoria ou no ponteiro de um tic-tac atrasado. Por motivos pessoais voltei à escola, onde estou cursando o ensino médio, em um lugar maravilhoso, onde conheci pessoas diversas, especiais, professores e colegas, que compartilham comigo o dom de aprender e ensinar, espero através desses atributos tornar-me um homem mais sábio. Sou muito feliz e grato por tudo que a vida tem me proporcionado: minha família, minha saúde, o casamento e meu maior presente - minha filhinha que hoje faz 16 anos e é o meu favo de mel. Àqueles que me admiram espero nunca decepcioná-los, àqueles que criticam e ignoram-me, peço a Deus que me ajude, para que um dia "eu", um alguém de virtudes e defeitos seja digno de sua amizade e respeito.
Osmardir Aparecido da Silva - 3º. A
Escrito por Professora Rosa ?s 21h03
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V
Mãe: Mariana R. da Silva
Pai: Juvenill da Silva
Nascida em Alvarenga-MG
Minha vida é muito simples, aos 3 anos de idade minha mãe me deixou com minha avó, e com ela fui criada, passei minha infância toda com ela. Lá onde eu morava não tinha muito o que fazer, não tinha escola e não tínhamos brinquedos e nem com quem brincar, aos 9 anos, eu nunca tinha ido à escola , o único brinquedo que eu tinha era uma boneca de pano que minha tia fez para mim, mas eu não podia brincar com ela, porque minha avó não deixava, eu tinha que ajudá-la nos afazeres da casa. Minha adolescência foi ainda mais solitária, já estava com meus pais, mas não conversava com meu padrasto. Comecei a trabalhar em casa de família. Aos 17 anos engravidei e saí do serviço e fui para São Paulo, lá fiquei na casa de uma colega da minha mãe, mas fui muito humilhada. Com oito meses de gravidez perdi o bebê, fui para Belo Horizonte, trabalhar em um consultório odontológico e conheci um moço, com o qual me casei. Após casarmos, mudamos para Araxá. Tive um filho e comecei a estudar na escola Eduardo Montandon, terminei a 4a. série e vim para a escola Padre Evaristo Afonso. Separei-me e parei de estudar por 5 anos. Voltei em 2004. Hoje sou casada, tenho 2 filhos e trabalho no Eva's Buffet há 7 anos e continuo estudando, Não sei por quanto tempo.
Maria das Graças R. Santos - 3º.A
VI
Eu sou Reginaldo dos Santos, nasci em 28-07-1981, tenho 24 anos, sou natural de Araxá-MG. Quando eu tinha 8 anos minha vida começou a mudar, mudamos para a fazenda no acampamento do DNR, perto do rio Quebra-anzol, foi uma felicidade a minhja primeira pescaria, foi uma sensação incomparável. Morei 1 ano e 8 meses na fazenda e voltei para Araxá. Em minha adolescência aconteceram várias coisas importantes: o nascimento de minhas filhas. A Ana Gabriele foi muito marcante porque o meu pai tece uma atitude que eu não imaginava que tivesse. O nascimento das outras 2 filhas foram também maravilhosos. Mais tarde perdi o meu pai, foi uma loucura, até hoje tento superar. Hoje, 4 anos depois, estou muito feliz por que conheci uma mulher que não precisa de explicação, é linda e acima de tudo é minha namorada.
Reginaldo dos Santos - 1º.B
VII
Nasci em 21 de agosto de 1960, na cidade de Ibiá-MG, meus pais: Antônio Manuel da Silva e minha mãe - Tereza Maria das Dores. Hoje tenho 45 anos, com muito orgulho. Minha infância, até os 7 anos, foi em fazenda. Meus pais eram retireiros, minha mãe fazia queijos e doces para os donos da fazenda. Eu colhia os ovos e tratava dos porcos e galinhas. Era uma época feliz. Meu pai cansou de viver em roças, queria melhorar de vida, dizia ele. Mudou-se pra a cidade de Ibiá, onde eu havia nascido. Foi só tristeza e sofrimento, miséria e fome, uma verdadeira tortura. Nós somos sete irmãos. Meu pai começou a beber e a se prostituir, nos espancava. Minha mãe separou-se dele. Foi bom, porque não teria mais ninguém para nos maltratar. Minha infância passou, eu nem vi. Estudei em escolas públicas, e comecei a trabalhar muito cedo, com 9 anos já era babá. Aprendi a ter muita responsailidade. Minha adolescência também passou, num piscar de olhos. Parei de estudar devido o trabalho, hoje ainda sou doméstica, em uma casa no bairro Urciano Lemos. Sou casada há 25 anos, bodas de prata repleta de orgulho e felicidade. Tenho dois filhos: Thiego, com 22 anos e Thiago com 18 anos. Somos uma família muito feliz, tentando realizar alguns sonhos.
Sandra Magna das Chagas - 3º.A
VIII
Meu nome é Renata, tenho 24 anos, sou casada e tenho dois filhos lindos. Nasci no dia 19 de agosto, 1981, às 14:00 horas e 20 minutos. Minha mãe, Aparecida e meu pai, José Euripedes, escolheram esse nome para mim por que significa renascer. Minha infância foi muito boa, apesar de ser filha única. Tenho uma lembrança bem forte e triste, quando tinha 6 anos, meu irmão morreu ao nascer. Da adolescência aproveitei pouco, engravidei aos 16 anos, mas foi muito bom sentir aquela sensação maravilhhosa, que uma vida crescia dentro de mim, foi tão emocionante quando minha filha nasceu. Lauane, e dois anos depois veio meu levadinho e arteiro Ricardo. Eles são tudo pra mim, se pudesse voltar no tempo, faria tudo de novo para tê-los comigo. Minha filha é meiga, carinhosa, alegre e adora dançar, tem hoje 7 anos. Ricardo, com 5 anos, é lindo, custoso, amoroso, lindo e adora brincar.Resolvi voltar a estudar, terminar o 2º. grau e fazer Ciências Biológicas, meu sonho. Por isso estou aqui no EJA.
Renata - 1º.B
Escrito por Professora Rosa ?s 18h34
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Escola solidária


Alunos do EJA distribuiram cestas básicas para famílias carentes na Páscoa. A iniciativa partiu dos alunos do 1º C e a arrecadação superou as expectativas.
O aluno Ruiter, funcionário da Maxdiesel, conseguiu através da empresa a doação para a escola de 1 impressora Multifuncional, usada, mas em ótimo estado de funcionamento. Como a escola não possui uma máquina de xerox a doação foi muito bem aceita e com certeza bem aproveitada.
Escrito por Professora Rosa ?s 18h17
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